O que é a nutrição comportamental?

A nutrição comportamental estuda e trabalha na relação do indivíduo com o que ele decide comer ou deixar de comer. Em outras palavras, se ele come, como ele come, quando ele come, quanto ele come e por que ele come.
Para isso, é necessário levar em conta aspectos psicológicos, fisiológicos, emocionais e socioculturais da alimentação para entender o que é positivo e o que é negativo em seu comportamento, e a partir disso mudá-lo para que se transforme em um hábito e então, num novo estilo de vida para o indivíduo.
Diferente da nutrição dita “tradicional”, que promove a saúde do indivíduo, mas se atém em recomendações baseadas em diretrizes gerais para prevenir ou tratar doenças; que utiliza planos alimentares; cálculo de nutrientes e calorias; e que em alguns casos acaba adotando a ambivalência em relação ao alimento (o “pode ou não pode”), a nutrição comportamental enfoca os sentimentos, emoções e pensamentos que antecedem a escolha alimentar do indivíduo.
Quantidade de calorias, macronutrientes e micronutrientes importam sim. Mas não nos esqueçamos que o conjunto total desta obra é o alimento!
O todo não é a soma das partes, mas a correlação entre elas. O ser humano se nutre de alimentos, e também de emoções, sensações, sentimentos, laços afetivos e sociais. Todos estes estão ligados a fatores ambientais, políticos, antropológicos, socioeconômicos, e por aí vai… É dentro de todo esse contexto que a nutrição comportamental atua, onde busca entender e melhorar a relação do indivíduo com a comida e resgata o prazer em comer, sem neuras, e sem a imposição de uma dieta.
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Texto da nutricionista do IPCAC, Cássia Helena.

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