Quando Procurar um Psicólogo.

Com as pressões e cobranças do dia a dia é cada vez mais comum nos deparamos com pessoas cansadas, estressadas e sem tempo para si. Os estímulos aos quais somos expostos estão cada vez mais intensos e a necessidade de dar conta de tudo é uma realidade de que não se pode fugir.  Normalmente, a consequência desse impasse é o estresse que muitas vezes não é percebido pela pessoa, mas é sentido em seu corpo, por meio de em dores de cabeça, esquecimento, irritação, desanimo, transtornos alimentares, insônia, entre muitos outros.

Em momentos como esse é necessário fazer uma pausa, respirar fundo olhar pra si, e questionar-se qual é a melhor medida a se tomar. Entretanto, em meio a tantos conflitos e preocupações é normal que mais dúvidas surjam, e um profissional da psicologia pode auxiliar, ajudando-o a organizar suas emoções, sentimentos e ações.

Entretanto, dar esse passo na direção de uma ajuda profissional muitas vezes não se torna um processo fácil, pois vem acompanhada de muitas crenças e até mesmo preconceitos em torno de um tratamento ou acompanhamento psicológico. Infelizmente existe a crença de quem precisa de psicólogo é louco, pois psicólogo trata de louco, de pessoas perturbadas ou de que alguma maneira fracassaram na vida.

Pois lhe digo que psicólogo trata de gente, gente como você, singular e sem rótulos. Gente que como a gente sofre, tem medo, tem insegurança, e que pode se encontrar em um momento de fragilidade e dúvida diante a vida. Não temos que ter vergonha em sofrer, somos humanos, e ser humano muitas vezes dói, é pesado e difícil de suportar sozinho. Nestes momentos de dúvida e solidão, um psicólogo pode agir como o suporte para enfrentar e transpor essas situações, ajudando-o a entender ou mesmo resignificar acontecimentos do passadas mas que ainda podem causar sofrimento no presente.

Se você se encontra nesta situação talvez seja a hora de procurar ajuda profissional, você não precisa sofrer calado ou sozinho. Não deixe que preconceitos, crenças, ou opiniões alheias influenciem na sua tomada de decisão de procurar ajuda.

 

Texto da psicóloga do IPCAC, Cleide Bussolin. 

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